A atratividade de um determinado mercado depende basicamente segundo Michael Porter de cinco forças básicas. O poder dos fornecedores, a ameaça de novos entrantes, o poder de barganha dos clientes, a ameaça de produtos substitutos e por fim a competitividade entre os concorrentes existentes. O vigor coletivo dessas forças determina o lucro potencial do segmento. Ou seja, a sua atratividade.
Analisando o mercado de Farmácias de manipulação pode-se concluir que esse mercado apresenta um nível de atratividade maior do que outros segmentos, como por exemplos o segmento de farmácias e drogarias.
Porém quanto mais rico o ambiente, maior o número de competidores e mais acirrada é a competição pela sobrevivência. A intensa concorrência induz aos gestores das organizações a uma disputa pautada apenas por preços baixos. Pelo valor final da fórmula manipulada.
Mas os determinantes de valor atribuídos pelos clientes se restringem ao único valor “preço baixo”?
Acredita-se que, existe uma parcela de clientes sensíveis ao preço, mas também podemos assinalar outros determinantes de valor percebido pelos clientes. Por que não buscar a diferenciação no valor dos serviços, no valor dos colaboradores (atendimento superior) e no valor da imagem da empresa. Ou mesmo na estratégia poderosa para o segmento que é a abordagem do tempo. O cliente tende a ser mais tolerante em relação ao preço quando entra em jogo a utilização do tempo (A diferença entre a satisfação imediata e “logo que for possível”).
Nesse rico ambiente das farmácias magistrais a sobrevivência passa inevitavelmente por uma definição clara da vantagem competitiva que alcance o olhar do cliente. A cópia pura das ações dos concorrentes pode levar as organizações ao caminho fácil das estratégias equivocadas. E para as estratégias equivocadas o mercado é impiedoso tal como na competição biológica.
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